Franginhas teve a ideia desastrada de em terras do nascimento de portugal esclarecer a peculiar amizade que começava a remoer a sua mente e a mexer, sem ela dar conta, com os seus sentidos, porque não estava certo, se o Chinês fosse livre não haveria mal, mas com aquele detalhe não podia ser. Lá foram eles, no carro dela, ela ganhava coragem ía falando, que não era bem serem amigos, com tamanha proximidade familiar de alguns parentes, não estava certo!
E não estava certo porque? Já não se tratava de um simples amizade, desinteressada, começava a remoer um sentimento, um leve desejo.
Franginhas pouco mais disse, não lhe saiam as palavras, se calhar ela também não as queria dizer, então pensou para os seus botões e disse: "Vou ficar na minha, nada ser espaçosa, se ele nada fizer, eu também nada faço. As palavras podem não ser inocentes, mas não tiram pedaço! Siga!!"
De regresso a terras perto do Marão, pensava Franginhas: "Ufa, a contenção terminou, não se vai repetir outra" e preparava-se para deixar o Chinês.
Oh, minha nossa a despedida, Franginhas sentiu um ligeiro rubor na face, uma inquietação no seu interior quando se aproximaram os seus rostos para os dois respeitosos beijinhos, ao invês Chinês num ligeiro impulso que conteve, apenas a beijou no pescoço e saiu.
Franginhas só pensava para ela, enquanto todo o seu corpo tremia, "Isto não aconteceu, não pode ter acontecido!! Vá, esquece!" Queria rapidamente chegar a casa!
Eis que, senão quando, Chinês liga-lhe no caminho dela de regresso a casa:
"Para o carro ali à frente, deixei uma coisa no teu carro"
Perguntava Franginhas ligeiramente assustada:
"Que deixas-te aqui, já olhei e não vejo nada!"
E pararam mesmo em cima do cruzamento Vila Real-Porto.
Chinês abriu a porta do carro entrou e sem mais demoras beijou a Franginhas, ela correspondeu!
Franginhas sentiu o desejo a percorrer-lhe o corpo, a toldar-lhe os sentidos, não pensava em nada, tudo à sua volta deixara de existir, apenas o toque dos lábios dele nos dela faziam sentido, não se despregavam, devoravam-se sem pudor.
Lábios macios, inquietos, cheios de desejo, tinham perdido o juízo, ultrapassado o limite.
O toque dos lábios tinha incendiado algo maior que eles, imenso, que iriam descobrir aos poucos, a cada toque, a cada olhar.
E não estava certo porque? Já não se tratava de um simples amizade, desinteressada, começava a remoer um sentimento, um leve desejo.
Franginhas pouco mais disse, não lhe saiam as palavras, se calhar ela também não as queria dizer, então pensou para os seus botões e disse: "Vou ficar na minha, nada ser espaçosa, se ele nada fizer, eu também nada faço. As palavras podem não ser inocentes, mas não tiram pedaço! Siga!!"
De regresso a terras perto do Marão, pensava Franginhas: "Ufa, a contenção terminou, não se vai repetir outra" e preparava-se para deixar o Chinês.
Oh, minha nossa a despedida, Franginhas sentiu um ligeiro rubor na face, uma inquietação no seu interior quando se aproximaram os seus rostos para os dois respeitosos beijinhos, ao invês Chinês num ligeiro impulso que conteve, apenas a beijou no pescoço e saiu.
Franginhas só pensava para ela, enquanto todo o seu corpo tremia, "Isto não aconteceu, não pode ter acontecido!! Vá, esquece!" Queria rapidamente chegar a casa!
Eis que, senão quando, Chinês liga-lhe no caminho dela de regresso a casa:
"Para o carro ali à frente, deixei uma coisa no teu carro"
Perguntava Franginhas ligeiramente assustada:
"Que deixas-te aqui, já olhei e não vejo nada!"
E pararam mesmo em cima do cruzamento Vila Real-Porto.
Chinês abriu a porta do carro entrou e sem mais demoras beijou a Franginhas, ela correspondeu!
Franginhas sentiu o desejo a percorrer-lhe o corpo, a toldar-lhe os sentidos, não pensava em nada, tudo à sua volta deixara de existir, apenas o toque dos lábios dele nos dela faziam sentido, não se despregavam, devoravam-se sem pudor.
Lábios macios, inquietos, cheios de desejo, tinham perdido o juízo, ultrapassado o limite.
O toque dos lábios tinha incendiado algo maior que eles, imenso, que iriam descobrir aos poucos, a cada toque, a cada olhar.