Depois daquele beijo intenso carregado de desejo, de loucura inconsequente, a ânsia de estarem mais próximos aumentava. A cada mensagem intensificava a vontade.
Franginhas estava um tanto ó quanto apreensiva, pesava-lhe na consciência uma pequenina pontinha de reprovação e de culpa por se deixar levar desta maneira.
Chinês convidou-a para um almoço. Disse ele "Amigos almoçam juntos, certo?! Mal nenhum!"
Franginhas convenceu-se, embora um pressentimento que algo mais aconteceria remoí-a.
Almoçaram calmamente, ela sem muito apetite, mas conversaram um bocadinho sobre eles. Ela inquieta disfarçava com algum humor, porque ele olhava-a intensamente, e ela retribuía o olhar observando-o.
Após o almoço, Chinês fez questão de a levar a um passeio pelos recantos sinuosos da serra, mostrando-lhe cuidadosamente cada um deles.
Pararam junto de uma mina na encosta da serra, rodeava-os o verde, a calma do vale, olharam-se e colaram os lábios um no outro.
O desejo era imenso, percorria-lhes o corpo, trespassavas-lhe a mente.
Franginhas interiormente resistia "Não me está acontecer! Vá resiste, não está certo" mas a vontade do corpo ultrapassou a razão e ela entregou-se ao toque, aos beijos molhados, aos arrepios a percorrer-lhe o corpo.
Chinês com o seu toque terno despi-a devagarinho, Franginhas beijava-o levemente enquanto crescia a vontade se se unirem um ao outro, o calor aumentava, os movimentos intensificaram-se, finalmente os seus corpos unidos!
Respirando o calor, a paixão que os unia, dobravam-se ao desejo, à volúpia dos sentidos, ao fogo que os consumia, crescia ali algo.
"Corre a àgua,
nos sulcos da serra,
acariciando o vale,
desaguando no leito dos amantes.
(...)
A bruma envolve,
Repousa o verde e todo o vale,
adormecendo os sentidos."
Franginhas estava um tanto ó quanto apreensiva, pesava-lhe na consciência uma pequenina pontinha de reprovação e de culpa por se deixar levar desta maneira.
Chinês convidou-a para um almoço. Disse ele "Amigos almoçam juntos, certo?! Mal nenhum!"
Franginhas convenceu-se, embora um pressentimento que algo mais aconteceria remoí-a.
Almoçaram calmamente, ela sem muito apetite, mas conversaram um bocadinho sobre eles. Ela inquieta disfarçava com algum humor, porque ele olhava-a intensamente, e ela retribuía o olhar observando-o.
Após o almoço, Chinês fez questão de a levar a um passeio pelos recantos sinuosos da serra, mostrando-lhe cuidadosamente cada um deles.
Pararam junto de uma mina na encosta da serra, rodeava-os o verde, a calma do vale, olharam-se e colaram os lábios um no outro.
O desejo era imenso, percorria-lhes o corpo, trespassavas-lhe a mente.
Franginhas interiormente resistia "Não me está acontecer! Vá resiste, não está certo" mas a vontade do corpo ultrapassou a razão e ela entregou-se ao toque, aos beijos molhados, aos arrepios a percorrer-lhe o corpo.
Chinês com o seu toque terno despi-a devagarinho, Franginhas beijava-o levemente enquanto crescia a vontade se se unirem um ao outro, o calor aumentava, os movimentos intensificaram-se, finalmente os seus corpos unidos!
Respirando o calor, a paixão que os unia, dobravam-se ao desejo, à volúpia dos sentidos, ao fogo que os consumia, crescia ali algo.
"Corre a àgua,
nos sulcos da serra,
acariciando o vale,
desaguando no leito dos amantes.
(...)
A bruma envolve,
Repousa o verde e todo o vale,
adormecendo os sentidos."